PORTAL NIPPO-BRASIL

 
Baladas - Agenda
Baladas - Fotos
Blog NJ
Cá entre nós
Culinária - Nippo
DJ
Desencana
Especial
Eventos - Agenda NB
Eventos - Fotos
Fotologs
Fórum
Horóscopo
J-Pop
Kanji
Mangá
Papel de parede
Perfil
Sexo
Teste

Quem somos
Colaboradores
Anuncie
 
Parceiros NJ
Abeuni
e.hioki
Dreams
Apple Music
MortosVivos
Friendz
MegaFesta
Kuba Libre
.Rez Eventos
Shot
 
 
Especial NippoJovem

Em busca do sucesso
Nikkeis lutam para alcançar
um lugar no mundo da música
Reportagem: Redação NJ | Fotos: Arquivo pessoal

O início de uma “banda de garagem”, como é conhecido este grupo independente e underground, normalmente, é o mesmo: numa roda de amigos como uma brincadeira. Enquanto um se arrisca na bateria, outros vão para a guitarra e para o vocal. E até que o grupo entre em uma harmonia musical, hajam ouvidos!

A falta de tempo para os ensaios misturada à falta de instrumentos fazem com que muitos grupos desistam no meio do caminho. Mas a história das bandas a seguir tomou um caminho diferente.

Três músicos de estúdio, cada um com seus próprios trabalhos, resolveram se unir e fundar a banda Projeto Paralelo, com rock de arranjos e letras trabalhados em conjunto, além de muitas idéias novas.

A banda nasceu há mais quatro anos da união de Zak Canário (guitarra e voz), Caio Pavão (bateria) e Edu Bass (baixo). Com turnês realizadas em mais de 40 cidades, o Projeto Paralelo inovou até a forma de mostrar seu trabalho ao público. Em julho de 2006 lançaram o videoclipe em quadrinhos da música "X-Girl". "Achamos que era uma maneira diferente de relacionar a música à letra, de uma forma divertida, artística e dentro do nosso orçamento", diz Zak Canário, que possui influências musicais de Pink Floyd, Duran Duran, New Order, Metallica, música clássica em geral e música eletrônica.

Nikkei do grupo, Zak é, segundo os outros integrantes, "made in Japan". Mesmo com cursos de áudio e música feitos nos Estados Unidos entre 1995 e 2002, sua relação com o Japão é bem próxima: Zak é budista, entende bem o japonês e já foi várias vezes ao país.

Ele também cursou Direito, mas acabou seguindo a carreira musical. "A parte mais difícil é conquistar o público e abrir as portas. Também é difícil tocar em São Paulo fazendo música própria, já que as casas só querem bandas covers", afirma.


Beatles influencia banda Tarifa Zero

"O Seu Caminho” é o primeiro single da banda Tarifa Zero
Dificuldades
A área musical é ainda pouco reconhecida no Brasil. Existem também preconceitos quanto à profissão. A impressão para muitos, quando se fala de música, é "Ah, esse é vagabundo, não quer saber de trabalhar", ou mesmo, "Trabalhar com música não leva a nada". Realmente, viver só de música é bem difícil. Geralmente, todos trabalham em outras áreas, como é caso da Tarifa Zero.

O Orkut foi a grande ferramenta para dar início à banda de rock Tarifa Zero, em janeiro de 2006. Formada por André Cardozo (baixo), Alexandre Nascimento (bateria), Gérson Morales (guitarrista) e Ricardo Koike (vocal), a banda já se apresentou nos bares Willi Willie, Zinc Rock Bar e Notre Dame. O Beatles é uma forte influência para a banda. "Mas também encontramos inspirações nos grupos Oasis, Deep Purple, Audioslave, Pearl Jam, e nacionais como Capital Inicial, Legião Urbana, Titãs" , contou Ricardo.

O interesse de Ricardo Koike pela música começou por causa da admiração do pai ao tocar piano. Aos 17 anos, ele aprendeu a tocar teclado. A partir daí, não parou mais de aprender instrumentos novos e saber mais sobre música. Foi então que surgiu a idéia de começar a fazer aulas de canto.


Banda consolidada
 

Com muito esforço e dedicação, a banda CPM 22 conseguiu infiltrar no meio musical com sucesso. Para chegar entre as mais tocadas nas rádios brasileiras, a banda enfrentou inúmeros obstáculos. Durante anos, encontraram as mesmas dificuldades dos grupos acima: falta de dinheiro para comprar instrumentos e de lugar e tempo disponível para ensaiar. “Era difícil encontrar um lugar legal para ensaiar porque os vizinhos ficavam reclamando do barulho”, lembra o baterista da banda, Ricardo di Roberto, o Japinha.

A banda só conseguiu gravar sua primeira demo-tape em 98. O álbum se esgotou rapidamente, chegando a ter 4 mil cópias vendidas em todo o País. A partir daí, do anonimato ao estrelato foi um piscar de olhos. Dois anos depois, em 2000, o CPM 22 já estava gravando seu primeiro álbum independente: “A Alguns Quilômetros de Lugar Nenhum”. E, em 2001, lançaram pela Arsenal Music o álbum “CPM 22”, que durante muitas semanas esteve nas paradas com a música “Regina Let’s Go”. Este álbum fez tanto sucesso que chegou a ganhar até um disco de ouro, atingindo a marca de 100 mil cópias vendidas.

Dicas do Japinha

"É muito importante a pessoa continuar os estudos, porque isso vai dar à ela um equilíbrio e uma visão de mundo. Mas é preciso também ensaiar muito e, principalmente, ter uma retaguarda geral. Não apenas em termos financeiros, mas manter um bom relacionamento familiar e com os amigos, que é muito importante também. Além disso, no Brasil, a pessoa vai ter que enfrentar muitas coisas que hoje considero humilhantes, mas que, infelizmente, é preciso se sujeitar, como ter que pagar para tocar. Mas se ela gosta, vale a pena, é um sacrifício prazeroso”

*Com Francine Shimizu/NJ

Arquivo

De bicicleta pelo Japão

Ayumi Hamasaki inspira o novo visual das garotas japonesas

Dragon Ball Evolution

Cosplay, uma arte a parte

Baladas Japas

Vida de DJ

Jovens Japoneses

Gothic Lolita

Beisebol - Jogos da Amizade entre Brasil e Japão

Confraternização nikkei no esporte

J-music conquista jovens no Brasil

Daniel Uemura faz sucesso em novela teen

Jovem apresentador nikkei é destaque
Cultura pop japonesa
Trabalho voluntário
Ecologia: é preciso agir já
Tunning: trabalho artístico e hobby
Em busca do sucesso
Japonês básico
Animês e mangás
Street Dance
Ultra Seven – 40 anos
Mina e Lisa - Novela na internet
Dança do Ventre
The Checkers
Kung Fu
Mensageiros da Paz
Shodô
Soroban, calculadora japonesa
Oshibana
Ikebana
O Japão sob novos olhares
Harajuku
Taikô
Matsuri Dance
Sobrenomes japoneses
Cerimônia do chá
  © Copyright 2001 - 2009 Jornal Nippo Brasil - Todos os direitos reservados