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Dados
Nome completo:
Mauro Naoto Motoki
Data de nascimento: 25/02/1977
Signo: Peixes
Profissão: Vocalista, tecladista e guitarrista da banda
Ludov
Onde nasceu: Brasília
Onde mora: São Paulo
Curiosidades
Coleção: LPs e instrumentos
Adora: Animais
Odeia: Poluição
Filme inesquecível: Filmes da minha infância: Guerra
nas Estrelas e De Volta para o Futuro
Livro de cabeceira: Leio muito. Nenhum fica muito tempo na cabeceira,
mas agora está O Passado, do argentino Alan Pauls
Comida: Tirashi-zushi
Lugar: Madri
Medo: Tenho um medo meio bobo de fantasma
Atriz: Natalie Portman
Ator: Louis Garrell
Música: Impossible Germany, do Wilco
Defeito: Dou conselho demais, até quando ninguém
pediu
Qualidade: Eu gosto das pessoas
Sonho: Viajar sempre me faz sonhar. Há muitos lugares pra
conhecer ainda
Perguntas
Nippo-Jovem: Além de ser guitarrista e compositor de várias
músicas da banda Ludov, o que mais faz?
Toco muito, também com outros artistas como o Gustavo Garde (vocalista
do Seychelles), o Liga Leve (junto com Habacuque e Fabio Pinczowski) e
a Miranda Kassin. Tenho também um trabalho solo bem bissexto (www.myspace.com/mauromotoki).
Pratico kung fu na Associação Shaolin de Kung Fu (ASKF)
e me formei faixa-preta no ano passado.
NJ: O
cenário da música independente no Brasil tem crescido? Há
espaço para bandas novas aparecerem? Você aprecia o trabalho
de quais bandas novas?
Acho que sim, tem espaço pra muita gente porque há muitos
interessados em ouvir coisas diferentes. Gosto de Seychelles, Poléxia,
Banzé.
NJ: Que
apresentação foi inesquecível? E qual seria melhor
esquecer?
Curitiba Pop Festival, abrindo para os Pixies, e Rec Beat, no carnaval
de Recife, foram grandes momentos pra gente. Queria esquecer um tributo
ao Raul que fizemos no Sesc Ipiranga. Não pelas músicas,
mas porque quebrei a perna em cima do palco nesta noite.
NJ: Para
quem está começando, que dica daria? O que você acha
que as bandas devem fazer para conquistar seu espaço no meio musical?
O que interessa é a música. E é ela que deve estar
sempre em primeiro plano - não comece uma banda querendo ganhar
dinheiro ou ser famoso. Também tem de ser autêntico. Não
que só isso vá garantir conquistas, mas não conheço
ninguém que dure sem ser autêntico de alguma forma - independente
da questão de gosto.
NJ: O
que você conhece da cultura japonesa e quais são as influências
dela na sua vida?
Sobre a cultura japonesa, conheço menos do que gostaria, apesar
de estudar regularmente. Não posso nem calcular qual o grau de
influência desta cultura na minha vida, porque ela é parte
fundamental da minha criação. Gosto da paciência,
gosto do gosto pelas artes e pela estética.
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